Tenho pouco ou nada a acrescentar ao que disse há um ano. Não precisamos de outra revolução, mas sim de um despertar colectivo. Não precisamos de mudar o regime, mas sim de atentar e vigiar aquele que temos. Não precisamos de novas leis ou constituições, mas sim de um mentalidade democrática. Precisamos de querer ser livres (não libertinos) e isso é tudo o que basta.

1 pseudocomentário(s):
Nada mais certo, Inês.
Na minha opinião, acertaste na mouche.
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